Agenda de eventos

A partir de um mergulho afetivo e ousado na canção cearense que emergiu nos anos 1970 e causou impacto na MPB, perpetuando a geração “Pessoal do Ceará”, a cantora e compositora Mona Gadelha concebeu o disco Praia Lírica, um tributo à canção cearense dos anos 70. Acompanhada por Fernando Moura, um dos mais conceituados pianistas em atividade no país, Mona Gadelha apresenta a obra no Cineteatro São Luiz, no dia 29 de outubro, às 18h. O espetáculo também conta com a participação do guitarrista Mimi Rocha e o multi-instrumentista Herlon Robson. Os ingressos já estão à venda com preços populares, sendo 20,00 (inteira) e 10,00 (meia).

Lançado em 2011, Praia Lírica, como previa Gilmar de Carvalho, tornou-se atemporal, e abriu caminho para a pesquisa de um repertório rico em preciosidade poética e que surpreende a cada nova leitura. Um repertório escrito por Ednardo, Belchior, Fagner, Rodger Rogério, Ricardo Bezerra, Brandão, Petrúcio Maia, Fausto Nilo, Augusto Pontes, Caio Silvio e Graco Braz – todos representados com suas canções pela voz de Mona e o piano de Fernando.

Praia Lírica é o quinto disco da cantora e compositora, que a lançou no desafio de interpretar somente outros autores em um trabalho que levou o músico e crítico Aquiles Reis, do MPB4 a escrever: “Apesar de ser conhecida como musa do rock, da turma do Ceará, Mona Gadelha, em seu quinto disco, se propôs o desafio de cantar músicas de compositores cearenses, seus conterrâneos desde a cena musical dos anos 1970 e 1980, acompanhada apenas de piano. Mas se engana quem acha que com isso ela deixou de lado sua verve roqueira …Lá está ela intacta”.

O show traz músicas como “Noturno” (Caio e Graco Silvio), “Paralelas” (Belchior), “La Condessa” (Ricardo Bezerra, Brandão e Ribamar), “A Manga Rosa” (Ednardo) e “Astro Vagabundo” (Fagner e Fausto Nilo), entre outros clássicos do cancioneiro cearense e surpresas que a cantora prepara para o público do Cineteatro São Luiz.

► Classificação indicativa: Livre
► Duração: 60 minutos

▚ VENDA DE INGRESSOS ▞
Venda sem taxas de conveniência: Bilheteria do Cineteatro São Luiz Fortaleza (Endereço: Rua Major Facundo, 500. Centro – Fortaleza – CE). De terça a sábado, de 10h às 18h30.
Venda com taxa de conveniência no site da Tudus:http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-praia-lirica
Entrada: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

‼ Restrição dos ingressos no valor de meia-entrada até 40% da capacidade do espaço ‼

Confirme sua presença no face:
 Ouça faixas do CD Praia Lírica
https://soundcloud.com/monagadelha/sets/praia-l-rica-um-tributo-can-o
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Eventos realizados

Exposição marca trajetória singular de João Pedro do Juazeiro na arte da xilogravura


O Sobrado Dr. José Lourenço, abrirá suas portas, a partir de 13 de setembro, para a  exposição retrospectiva e ao mesmo tempo comemorativa dos cinquenta anos de vida do gravador João Pedro do Juazeiro.

A mostra que ganhou o IX Edital Ceará de Incentivo às Artes da Secult, este ano, com organização de Maira Sales, e textos e coordenação de Gilmar de Carvalho, pretende trazer a prova da inquietude e do talento deste artista da tradição popular, nascido em Ipaumirim (CE), em 1964, criado em Juazeiro do Norte, onde formou seu repertório, muito calcado na fé e nas lutas nordestinas e que veio para Fortaleza, no início dos anos 2000. Aqui, juntou  a tradição com o modo de vida e o estresse de uma metrópole.

A mostra revisita a obra de João Pedro, desde o início. Ele foi vendedor ambulante e trabalhou com determinação e vigor para manter sua família. Nos anos 1980, bastante jovem, se iniciou na poesia e passou a publicar folhetos de cordel.

A xilogravura veio no final dos anos 1990, em torno da Gráfica Lira Nordestina, referência da edição de folhetos no Brasil, casa que reúne, ainda hoje, gravadores que imprimem seus trabalhos, fazem pequenas tiragens de seus álbuns e discutem  sobre novas técnicas, improvisação de ferramentas, uso de novas tecnologias e de novas mídias, como “scanners”, na busca de uma gravura que dialogue com nosso tempo e dê conta das expectativas do público, sem trair a raiz de sua origem.

A xilogravura teve impulso no Ceará a partir da publicação de folhetos de feira em Juazeiro do Norte. Com a crise do cordel e com a interferência da Universidade Federal do Ceará, a partir dos anos 1960, foi sendo adotado, aos poucos, o formato do álbum, que padroniza formatos, dá lugar ao desenvolvimento de uma ideia e dá ao artista a possibilidade de um incremento das vendas.

João Pedro exibe nesta mostra individual, com forte característica de retrospectiva, seus álbuns mais bem sucedidos, como Mitos do Nordeste, Padre Cícero, Antônio Conselheiro, Lampião, Iracema, Patativa do Assaré, Orixás, Sertão, Maracatus de Fortaleza. A exposição é rica, diversificada, vai do preto e branco da maioria das gravuras às cores que ele usa nos Orixás, no Patativa e no Sertão.

Pode-se ver o crescimento do artista, sua aplicação, a força de sua arte que é também gráfica e precisa de tintas, prelos  e da ambiência de uma tipografia para se desenvolver e ganhar a forma final.

Com muitas exposições no currículo, prêmios, vencedor de muitos editais, participante de manifestações importantes da cena cultural cearense, João Pedro do Juazeiro, que vive de sua arte, trabalha com a aplicabilidade da gravura em suportes como a porcelana, recorre aos tecidos, a formatos maiores de papéis e evidencia sua inquietação e talento.

A mostra ficará em cartaz, no Sobrado Dr. José Lourenço, até o dia 01 de novembro. A visitação é gratuita. Os horários de visitação são os mesmos da abertura do Sobrado (segunda a sexta, das 9 às 18 horas; sábados, das 9 às 17 horas).

“Este projeto é apoiado pela Secretária Estadual da Cultura. Lei nº 13.811 de 16 de Agosto de 2006”. Recebe também, o apoio da Sociedade dos Amigos do Sobrado Dr. José Lourenço, Sesc, Apareça Comunicação Visual, Café Santa Clara, Transportadora Intercargas e Brazilbizz Comunicação.

Serviço:

Abertura: 13 de setembro (sábado), 10h

Visitação: 13 setembro a 01 de novembro

Funcionamento: de terça a sexta, das 9 às 18h, aos sábados das 9 às 17h

Dia 20 de setembro (sábado), 10h, Café do Zé com Gilmar de Carvalho – Curador

Dia 26 de setembro (sexta), oficina de Xilogravura, inscrições e informações pelo telefone e email abaixo, vagas limitadas

Dia 27 de setembro (sábado), 10h, Café do Zé, com João Pedro do Juazeiro

Entrada Franca – Livre para todas as idades

Maiores informações:

Sobrado Dr. José Lourenço
Rua Major Facundo, 154 – Centro
(85)3101.8826
sobradodrjoselourenco.blogspot.com
twitter.com/sobradojl

Mais informações para imprensa:

Maira Sales: (85) 8888 5681 e (85) 9937 2776

 

 

 

CINQUENTA VEZES JOÃO PEDRO DO JUAZEIRO

João Pedro do Juazeiro (1964) é um artista que se constrói. Desde o final dos anos 1990, ele, que já havia publicado alguns títulos de cordel, se inicia nas artes da xilogravura.

Começou com uma voracidade incrível, como se quisesse ganhar tempo, e ganhou dos colegas da Lira Nordestina, a gráfica e editora de Juazeiro do Norte, atelier de toda uma geração de gravadores, o apelido de “Pinica-Pau”.

A vinda para Fortaleza, no início do milênio, reforçou seus vínculos com o repertório do Cariri cearense, a região onde nasceu, se formou e começou a atuar. Devoto de Padre Cícero, João Pedro revisitou mitos e heróis nordestinos, como Antonio Conselheiro, Lampião e o Beato José Lourenço. Fez isso rejeitando clichês e incorporando uma leitura pessoal, carregada de forte sentimento de “pertença” a este universo de fé e lutas.

Dedicou-se, durante algum tempo, às miniaturas, gravuras de pequeno formato, onde exercitou sua contenção e a força gráfico-visual da iluminura. Neste campo, estão a série Iracema e tantas vinhetas, ex-libris e detalhes de uma obra maior, planetária, apoteótica, que se faz maior quando reduzida ao essencial.

João Pedro do Juazeiro incursionou pelo sertão e nos trouxe a figura do poeta Patativa do Assaré. Era o casamento perfeito entre o verso político e telúrico do vate das “mãos calejadas” e o corte seguro, incisivo e também poético do gravador de Ipaumirim (CE). Sertão e Patativa ganharam cores e fizeram destas séries, as mais bem sucedidas de sua trajetória, até agora, pelo menos.

Imerso no universo da cidade grande, mas sem perder suas raízes, João Pedro se fez brincante de Maracatu. Cortou nas tábuas de umburana balaieiros, rainhas e reis, calungas, feiticeiros, índios, tudo o que constitui este cortejo tão rico da cultura cearense de procedência africana.

Indo além no que se refere à religiosidade, deu o nome de Padre Cícero à Tipografia que montou para imprimir seus cordéis e para atuar como editor da literatura de folhetos. O que não impede que nos dê uma série forte e visceral dos Orixás, mostrando que o sagrado não tem limites, e que a magia nos envolve, como a arte, neste mundo de formas, cores e sensações.

O melhor de João Pedro do Juazeiro está aqui, no Sobrado Dr. José Lourenço, para celebrar seus 50 anos de vida e a dedicação à xilogravura, que fez dele um dos nomes mais representativos desta arte tradicional, que tem no povo seus maiores intérpretes.

João Pedro é maior do que está sendo mostrado. A criação dele é obsessiva e mantém uma qualidade surpreendente. Ele trata da memória, da tradição, e faz disso matéria de arte, unindo sagrado e profano, atingindo o sublime dos cortes e das cores, deixando a marca de um artista que sai do oco do sertão para o mundo, e faz poesia nas tábuas da umburana, graças à tinta que lambuza as matrizes, pressionadas sobre as folhas de papel. Grande João Pedro, parabéns e muito obrigado.

 

Gilmar de Carvalho

 

Eventos realizados
Mona Gadelha lança sexto
CD ‘Cidade Blues Rock nas Ruas’
no Sesc Belenzinho – 14 de julho de 2013 – Domingo – 18hA cantora e compositora vem com um verdadeiro “petardo” sonoro no novo trabalhoProduzido por Alexandre Fontanetti, disco chega às lojas em abril, mas já poderá ser acessado em portais de música digital. Traz a faixa “Ventania”, dos compositores cearenses Ricardo Augusto e Nirton Venâncio, que ganhou clipe dirigido por Valdo Siqueira, filmado na Praia da Sabiaguaba.Se é verdade que todo artista, algum dia, tem que cantar sua cidade, chegou a vez de Mona Gadelha cantar sua Fortaleza. Em seu sexto disco Cidade Blues Rock nas Ruas, Mona mapeia sua turma, precursores da cena pop/rock da cidade, também conhecida como a ‘geração Massafeira’, uma referência ao cultuado álbum lançado em 1979 e de quem pode-se dizer que inaugurou o rock do Ceará. Estão aqui parceiros com o Lucio Ricardo, Siegbert Franklin, Ricardo Augusto,Edmundo Vitoriano Jr. e Francisco Casaverde.‘Te procurei por tantas madrugadas/Peguei um carro e saí pela estrada/Fui pra São Paulo tão desesperada/Paris, Amsterdam? Não deu em nada’.
Como ilustra uma das letras, a de Balada de Jack, é um disco de buscas, encontros e reencontros.”Praia do Futuro/Verdes Mares em mim/Pra onde foram todos?/Baby, não se esqueça de mim” (de “Cidade Blues”, também assinada por Mona, que volta a mostrar sua verve de compositora).Com predominância de faixas assinadas por Mona, o álbum traz uma banda formada especialmente para a ocasião por músicos cujas afinidades com a cantora se fazem notar na sonoridade coesa do disco -. Regis Damasceno (baixo/guitarra), Richard Ribeiro (bateria), Zé Ruivo (teclados), Adriano Grineberg (orgão hammond), Marcos Ottaviano (guitarra), Olivio Filho (acordeon) e Fernando Chuí (violão). O produtor Fontanetti comparece com suas guitarras, violões, ukelelê e vocais. ‘Foram sessões muito divertidas e emocionantes”, conta Mona.“Trabalhar com eles foi maravilhoso.Com Regis, Richard e Grineberg foi a primeira vez, já Zé Ruivo, Ottaviano e Chuí são velhos conhecidos”.Mais coincidências: a capa é assinada pelo grande fotógrafo cearense Gentil Barreira, que fez os cliques do ‘ Massafeira ’ . Traz Mona e seu violão pelas ruas do centro de Fortaleza, próxima ao Teatro Carlos Câmara. Era ali que ela e sua ‘doce gang’, perambulavam com a ‘irresponsabilidade’ que a adolescência permite. O primeiro single, “James Dean” (Ricardo Augusto/ Mona Gadelha), disponível no iTunes, também ganhou videoclipe no You Tube.
O disco é um lançamento da Brazilbizz Music e recebeu apoio do Governo do Estado do Ceará.Este show é uma realização do Sesc São Paulo, recebe o apoio da 1900 Pizzeria e da Arte & Criações (Nelsinho).
Mona Gadelha será acompanhando por Daniel Alencar (bateria), Edmundo Jr. (baixo e vocais), Herlon Robson (teclado, acordeon, samples e vocais) e Mimi Rocha (guitarra). As imagens do cenário digital são de Maira Sales (A.K.A. VJ Mrs).

Assessor de imprensa: Moisés Santana
Contatos: (85) 9937 2776 e (85) 8888 5681

FAIXAS

Balada de Jack (Mona Gadelha)
Vulnerável Blues (Mona Gadelha)
Mapa das Ilusões(Edmundo Vitoriano Jr./Mona Gadelha)
James Dean (Ricardo Augusto /Mona Gadelha)
Cidade Blues (Mona Gadelha)
Désolée Rock (Mona Gadelha)
Incorrigível (Mona Gadelha/Alexandre Fontanetti)
Angela B (Lucio Ricardo)
Ventania (Ricardo Augusto/Nirton Venâncio)
Escorpião (Mona Gadelha)
Mamãe Carinhosa (Lucio Ricardo/Sigbert Flanking)
Parabelum (Mona Gadelha/Siegbert Franklin)
Acreditar (Francisco Casaverde/Mona Gadelha)

SERVIÇO

MÚSICA
Mona Gadelha
LANÇAMENTO
Recomendado para maiores de 12
SESC Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1.000, Belenzinho SAO PAULO | CEP: 03303-000
14/07
DOM
18H
R$ 6,00R$ 12,00R$ 24,00

http://www.sescsp.org.br/programacao/7510_MONA+GADELHA

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Dia 22 de agosto – quarta – 18h30 – Lançamento do CD Praia Lírica

Rio de Janeiro – Sala Funarte – Sidney Miller – Participação Especial Ednardo

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Dia 25 de agosto – sábado – 21h – Lançamento do CD Praia Lírica

São Paulo – Sala Funarte – Guiomar Novaes

Mona Gadelha no Reveillon de Fortaleza 2012

foto Maira Sales

MONA GADELHA É UMA DAS ATRAÇÕES DO REVEILLON 2012  DE FORTALEZA

Cantora se apresentará com banda dirigida por Fernando Moura e participação de percussionistas

e bailarinos, O show começa às 18h no Aterro da Praia de Iracema.

Ela foi a musa do rock cearense e da chamada “geração Massafeira”. Hoje, Mona já provou que é uma artista ousada, independente e dona de uma voz grave, sensual e visceral. Sua cultuada canção “Cor de Sonho”, do álbum “Massafeira”, foi a trilha sonora da geração que acompanhou o pioneirismo de Mona Gadelha ao introduzir o rock e o blues na cena musical do Ceará. Em 96, ao lançar seu primeiro CD foi considerada uma das artistas mais promissoras da MPB (ao lado de nomes como Daúde, Mônica Salmaso e Rita Ribeiro) pela crítica de São Paulo.

Este ano Mona surpreendeu mais uma vez. Lançou seu quinto disco, “Praia Lírica, um tributo à canção cearense dos anos 70”, acompanhada pelo grande pianista Fernando Moura (autor de premiadas trilhas de cinema, tendo atuado ao lado de George Martin, produtor dos Beatles). O disco buscou mostrar a essência da canção cearense, com suas belas letras e melodias envolventes, representada por autores como Fausto Nilo, Belchior, Ednardo, Rodger Rogério, Augusto Pontes, Petrúcio Maia, Ricardo Bezerra, Brandão, Fagner, Caio Silvio e Graco.

No show do reveillon, Mona será acompanhada por Fernando Moura, que apresentará arranjos especiais para a festa, ao lado de Mimi Rocha (guitarra), Edmundo Jr. (baixo), Daniel Alencar (bateria) e a participação de percussionistas sob a batuta de Simone Sou. Também terá a participação de bailarinos da Companhia Vatá, com direção cênica de Valéria Pinheiro. Quem assina os figurinos é Cacilda Vilela (Corpo & Alma). E o cenário digital é da VJ Mrs e VJ Norb.

No repertório, além das canções de Praia Lírica, Mona também incluirá músicas de seus quatro CDs, como o samba “Gol”, tema de videoclipe gravado no Mucuripe, do disco “Salve a Beleza” e a internacional “Saint-Denis-Ceará” (Valdo Aderaldo/Celso Gutfreind), que teve remix do produtor italianoa Roby Collela.

Texto de Gilmar de Carvalho sobre o CD Praia Lírica

 

UM LUGAR, DOZE CANÇÕES

“A Praia Lírica não é um sonho de Lugar, mas um devaneio de artista. Ela pode se materializar, como uma alegoria, no display de um ipad, no espelho no qual Mona Gadelha retoca um batom moderno, ou  flutuar  no  campo  das  memórias.

A Praia Lírica é uma releitura (possível) de  um cancioneiro cearense que faz parte  da tradição da Música Popular  Brasileira.

Mona Gadelha canta esses clássicos com a maturidade e despojamento de quem busca o essencial. Nunca um piano foi tão companheiro nessa aventura de mergulhar no tempo  e buscar  o que esse canto tem de eterno. Praia Lírica é o instante em que o universal se afirma, como sentimento  do mundo e  o canto faz questão de  ignorar  fronteiras  de  tempo  ou  e  espaço.”

Gilmar de  Carvalho

Repertório

  1. Astro Vagabundo (Raimundo Fagner/Fausto Nilo)
  2. Lupiscínica (Augusto Pontes/Petrúcio Maia)
  3. Noturno (Caio Silvio/Graco)
  4. Paralelas (Belchior)
  5. Retrato Marron (Rodger Rogério/Fausto Nilo)
  6. Cinema Noir (Mona Gadelha)
  7. Saint-Denis-Ceará (Valdo Aderaldo e Celso Gutfreind)
  8. Bloco da Solidão (Evaldo Gouveia e Jair Amorim)
  9. Felicidade pra Mim (Alvaro Fernando)
  10. Minha Casa é Você (Sylvia Patrícia)
  11. Cor de Sonho (Mona Gadelha)
  12. A Manga Rosa (Ednardo)
  13. Terral (Ednardo)
  14. Longarinas (Ednardo)
  15. Gol (Alvaro Fernando)

Ficha Técnica

Direção e Voz – Mona Gadelha

Direção Musical, Arranjos e Piano – Fernando Moura

Direção, Coordenação e Produção Executiva – Maira Sales

Direção Cênica e Coreografias – Valéria Pinheiro

Guitarra – Mimi Rocha

Baixo e Voz– Edmundo Jr.

Bateria – Daniel Alencar

Percussão: Hoto Jr.

Teclados, Violão, Acordeon e voz – Herlon Robson

Figurino – Cacilda Vilela

Cenário Digital e Luz – VJ Mrs

Bailarinos – Edmar Cândido. Erick Vinicius e Tatiana Valente

Roadie – Coruja e Naiara

Mona Gadelha na Livraria Cultura


 

Encontro reúne o professor e escritor Gilmar de Carvalho e o crítico musical do jornal O Povo, Luciano de Almeida, para um debate em torno do CD Praia Lírica – um tributo à canção cearense dos anos 70.

O CD “Praia Lírica, um tributo à canção cearense dos anos 70”, da cantora, compositora e jornalista Mona Gadelha, foi concebido com a intenção de trazer à luz a obra de grandes autores do Ceará – alguns com reconhecimento nacional, como Fagner, Ednardo, Belchior e Fausto Nilo, arquiteto e compositor gravados por grandes nomes da MPB – e outros geniais que precisam ser redescobertos e relembrados. Entre eles, Augusto Pontes, falecido, ex-secretário de cultura do Ceará; Petrúcio Maia, pianista também falecido e reverenciado como provavelmente o maior compositor cearense; Rodger Rogério, Ricardo Bezerra e Brandão, músicos e poetas que se destacam também em outras áreas.

É esse tema, a música do Ceará, que será abordado no evento de lançamento do CD “Praia Lírica”, de Mona Gadelha, também jornalista, produtora cultural, curadora de vários projetos musicais (como o Jazz na Caixa Cultural), além de outros voltados para a literatura (O Dom do Ciúme, Iracema do Épico ao Pop, Les Enfants Terribles, realizados em várias unidades do SESC).

A Livraria Cultura receberá para o bate-papo Mona Gadelha, Gilmar de Carvalho (professor e escritor) e do crítico musical e editor adjunto do Núcleo de Cultura e Entretenimento do jornal O Povo, Luciano de Almeida.

Durante o bate-papo serão exibidas imagens da época.

Após o bate-papo, Mona Gadelha fará sessão de autógrafos.

Serviço

 

Evento

Bate-papo e autógrafos com Mona Gadelha. Participação de Gilmar de Carvalho, professor e escritor, e Luciano de Almeida, crítico musical e editor adjunto do Núcleo de Cultura e Entretenimento do jornal O Povo.

 

 

Dia

30/11/11 – quarta-feira – 19h

 

Onde

LIVRARIA CULTURA – SHOPPING VARANDA MALL
Av. Dom Luís, 1010 – Lojas 8,9 e 10
60160-230 – Meireles – Fortaleza – CE

Horário de Funcionamento:
Segunda a Sábado – 10h às 22h
Domingos e Feriados – 15h às 21h

 

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“MEU TEMPO DE CRIANÇA” COM OLIVIA, LUCA BATISTA E VJ RODOLFO SABANNA

foto Paulo Pretto

CEU QUINTA DO SOL

Show multimídia com a cantora Olivia, que toca teclado, clarinete e percussão, acompanhada pelo guitarrista Luca Batista que também fará vocal e imagens do VJ Rodolfo Sabanna, editadas ao vivo, agregando elementos da tradição e tecnologia para novas leituras do repertório de canções clássicas do repertório infantil.

Olivia interpreta músicas do cancioneiro das cantigas de roda como o “O CRAVO E A ROSA”, “PIRULITO QUE BATE BATE”, “NESTA RUA”, “FUI NO TORORÓ”, “CAPELINHA DE MELÃO”, “SINHÁ MARRECA”, “O TREM DE FERRO” e “PEZINHO”. Olívia fez sua releitura, utilizando diversos ritmos brasileiros, como samba, bossa nova, pop e rap.

O cenário virtual criado pela VJ mrs, estará sob o comando do VJ Rodolfo Sabanna, exibe imagens criadas especialmente para o projeto, editadas ao vivo, com efeitos 3 D (tridimensionais).

Juntos, eles fazem um verdadeiro resgate do cancioneiro popular infantil, de forma divertida e educativa.

Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Olivia
Voz, arrandos, clarinete e percussão: Olivia
Guitarra e vocal: Luca Batista                                                Cenário Digital: VJ Mrs

VJ: Rodolfo Sabanna
Produção: Brazilbizz – Maira Sales e Rodolfo Ribeiro

 

 

Foto Paulo Preto

Ouça: http:meutempodecrianca.blogspot.com

SERVIÇO:

CEU Quinta do Sol

End: Avenida Luiz Imparato, 564 – Penha

Tel: 3396.3420 / 3420 / 3433

Dia 23/09/11 – 13hs – Entrada Franca

www.brazilbizz.com.br

http://meutempodecrianca.blogspot.com/

 

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Mona Gadelha fala sobre o seu novo CD “Praia Lírica”

O programa Identidade Cultural deste sábado (10/09, 19h) da TV Assembleia,  canal 30, faz um tributo à música cearense dos anos 70. A entrevistada é a cantora Mona Gadelha que fala do seu último CD, “Praia Lírica”, com regravações de grandes sucessos de Raimundo Fagner, Belchior, Ednardo, Caio Silvio, Graco, entre outros. O álbum acústico dá destaque à voz da intérprete cearense que é acompanhada apenas por um piano.
NA NET: http://my.vipbug.com/tvassembleia2.html

Reprise Domingo 11/09, 19h

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Dia 29 de julho (sexta) 20h – Show de lançamento do CD “Praia Lírica – Um tributo à canção cearense dos anos 70” no Teatro José de Alencar em Fortaleza, com Mona Gadelha e o pianista Fernando Moura.

MONA GADELHA LANÇA O CD PRAIA LÍRICA, UM TRIBUTO À CANÇÃO CEARENSE DOS ANOS 70, NO DIA 29 de JULHO NO TEATRO JOSÉ DE ALENCAR

 

A cantora e compositora Mona Gadelha lança seu aguardado disco, “Praia Lírica, um tributo à canção cearense dos anos 70”, com repertório do período em que o chamado “Pessoal do Ceará” tornou-se conhecido em todo o país. Concebido para voz e piano, Mona é acompanhada no CD por Fernando Moura, também autor dos belos arranjos.

Praia Lírica traz músicas como “Noturno” (Caio e Graco Silvio), “Paralelas” (Belchior), “La Condessa” (Ricardo Bezerra, Brandão e Ribamar), “A Manga Rosa” (Ednardo), “Astro Vagabundo” (Fagner e Fausto Nilo) e “Lupiscínica” (Augusto Pontes e Petrúcio Maia), entre outros clássicos do cancioneiro cearense.

Identificada com o lirismo que permeia a obra daquela geração, Mona conta que admira profundamente esse repertório e partiu para o desafio de cantar acompanhada por um só instrumento, canções muitas das quais consagradas nas vozes de seus intérpretes originais. O resultado mostra uma intérprete sensível, madura, capaz de imprimir sua marca em cada uma das faixas do CD, numa “narrativa musicada” daquele que representa um período de ouro da música do Ceará.

Desde a sua estréia em disco, Mona grava autores cearenses. Lançado em 1996,o primeiro trazia  “Ingazeiras”, de Ednardo. No segundo, “Cenas & Dramas”, mostrou “Cine Insane Blues”, de Lúcio Ricardo, e sua parceria com Siegbert Franklin, “Bem-me-quer”(onde Você Anda?). Em “Tudo se Move”, mais um autor de sua geração, Valdo Aderaldo, na cultuada “Saint-Denis-Ceará”, parceria com Celso Gutfreind, que ganhou as pistas do mundo no remix do italiano Roby Colella, e a elogiada regravação de “Bloco da Solidão”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, com arranjo de Fernando Moura.

As fotos da capa do CD, assinadas por Francisco Sousa e Maira Sales (também produtora executiva), foram produzidas na Praia de Camocim. O projeto foi aprovado pela Lei Rouanet e recebe o apoio do BNB e do Governo do Ceará.

 

Texto de Gilmar de Carvalho sobre o CD Praia Lírica

UM LUGAR, DOZE CANÇÕES

“A Praia Lírica não é um sonho de Lugar, mas um devaneio de artista. Ela pode se materializar, como uma alegoria, no display de um ipad, no espelho no qual Mona Gadelha retoca um batom moderno, ou  flutuar  no  campo  das  memórias.

A Praia Lírica é uma releitura (possível) de  um cancioneiro cearense que faz parte  da tradição da Música Popular  Brasileira.

Mona Gadelha canta esses clássicos com a maturidade e despojamento de quem busca o essencial. Nunca um piano foi tão companheiro nessa aventura de mergulhar no tempo  e buscar  o que esse canto tem de eterno. Praia Lírica é o instante em que o universal se afirma, como sentimento  do mundo e  o canto faz questão de  ignorar  fronteiras  de  tempo  ou  e  espaço.”

Gilmar  de  Carvalho

 

Praia Lírica é o quinto CD de Mona Gadelha, que lançou, em 2010, e continua em temporada de shows, o disco “Salve a Beleza”, acompanhada por um quarteto.

 

Repertório

  1. Astro Vagabundo (Raimundo Fagner/Fausto Nilo)
  2. Flor da Paisagem (Robertinho do Recife/Fausto Nilo)
  3. Galos Noites e Quintais (Belchior)
  4. La Condessa (Ribamar Vaiz/Ricardo Bezerra/Brandão)
  5. Lupiscínica (Augusto Pontes/Petrúcio Maia)
  6. A Manga Rosa (Ednardo)
  7. Noturno (Caio Silvio/Graco)
  8. Paralelas (Belchior)
  9. Retrato Marron (Rodger Rogério/Fausto Nilo)
  10. Sensual (Belchior)
  11. Terral (Ednardo)
  12. Longarinas (Ednardo)

 

Ficha Técnica

Concepção, Direção e Voz – Mona Gadelha

Direção Musical, Arranjos e Piano – Fernando Moura

Coreografias – Valéria Pinheiro

Coordenação, Direção Geral e de Arte e Produção Executiva – Maira Sales

Figurino – Cacilda Vilela (Corpo e Alma)

Luz – Wallice Rios

Cenário Digital e Luz – VJ Mrs

Produção – Denise Antero , Germana McGregor, Leo Porto, Maurício Sales e Rebeca Castro

Bailharinos – Paulo José – Alda Pessoa e Tatiana Valente – Laiza Helena e Lindenberg

Projeto aprovado pela Lei Rounet – Ministério da Cultura

Apoio – Governo do Estado do Ceará – Secretaria da Cultura – Teatro José de Alencar

Intercargas – Encomendas e Cargas

Marquinhos Salão de Beleza

ABCVATA – Associação de Brincantes da Cia VATÁ

Corpo & Alma

Promoção – Rádio Tempo FM 103,9 e Jornal O Povo

Patrocínio – Banco do Nordeste

Realização – Ministério da Cultura e Brazilbizz Music

 

Evento

Lançamento do CD Praia Lírica – Um tributo à canção cearense dos anos 70 com Mona Gadelha

Onde

Teatro José de Alencar

Praça José de Alencar S/N – Centro – Fortaleza – CE

Tel: (85) 3101-2583 | 3101-2596

Quando

29 de julho de 2011 (sexta), 20h

Quanto

grátis

www.brazilbizz.com.br

www.myspace.com/monagadelha

www.monagadelha.com.br

http://praialirica.blogspot.com/

 

 

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18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Show com Mona Gadelha – Banda de Lata de Todas as Cores – Charanga do Tatá

Concentração – Praça do Ferreira – 15h

Caminhada – 16h

Show – 18h – Parque da Liberdade (Parque das Crianças)

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Mona Gadelha e convidados no BNB Clube, sábado, 07 de maio de 2011

Compartilhando o palco, cantora celebra a “beleza da música cearense”

De volta aos palcos da cidade, a cantora e compositora cearense, Mona Gadelha apresenta-se, pela primeira vez no BNB Clube, no dia 7 de maio a partir das 21h, ao lado de convidados muito especiais. Para mostrar repertório baseado em seu 4º CD, “Salve a Beleza”, além de relembrar músicas de seus outros discos, ela convidou seu contemporâneo da cena do rock e blues made in Ceará nos anos 80, Lúcio Ricardo; as cantoras Valerie Mesquita e Marta Aurélia e Isaac Cândido. “A idéia é fazer uma festa, um encontro de amigos para compartilhar o prazer de cantar”, comenta Mona que promete muitas surpresas musicais.

Morando em São Paulo, mas cada vez mais presente na cidade, Mona considera esta uma boa oportunidade para celebrar a “beleza da música cearense”, fazendo uma alusão ao título do seu CD.

Acompanhada pelos músicos cearenses Edmundo Jr. (baixo), Mimi Rocha (guitarra e violão) e Daniel Alencar (bateria), cada convidado vai mostrar uma canção do seu repertório e dividir outra com a anfitriã.

Show Salve a Beleza

com

Mona Gadelha e convidados

 

Músicos: Daniel Alencar, Edmundo Jr., Robson Gomes e Mimi Rocha

Cantores: Isaac Cândido, Lúcio Ricardo, Marta Aurélia e Valerie Mesquita

 

Onde

BNB Clube

Avenida Santos Dumont, 3646 – Fortaleza – CE

Tel: 85 4006-7200

 

Quando

07 de Maio de 2011

Sábado 21h

 

Produção

Brazilbizz Music

 

Realização

BNB Clube

foto Hélio Creston

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OS SONS DA TRADIÇÃO CHEGAM AO ESPAÇO CULTURAL CORREIOS DE FORTALEZA


Exposição de fotos de Francisco Sousa abre dia 10, quinta, 17 horas

Uma jornada sertão adentro, registrando imagens, histórias e sons da tradição que atravessam os séculos e resistem na contemporaneidade, graças aos mestres, que constroem e tocam seu instrumento, a rabeca. Essa foi a trilha – percorrida e ouvida desde 2003 – pelo fotógrafo Francisco Sousa e o curador Gilmar de Carvalho, que deu origem à exposição “Rabecas: Luteria e Performance”, com abertura no dia 10 de fevereiro, quinta-feira, às 17 horas, no Espaço Cultural Correios de Fortaleza, na Rua Senador Alencar, Centro.

A minuciosa pesquisa já rendeu o belo livro “Rabecas do Ceará” (Expressão Gráfica, Fortaleza, CE), publicado juntamente com um CD, uma verdadeira bíblia desta manifestação popular, pela abrangência e rigor dos mais de 100 registros.

Das páginas do livro para a galeria, o projeto contemplado pelo Edital dos Correios, poderá ser apreciado pelo público até o dia 26 de março. As imagens revelam o mundo sagrado da tradição. Da construção do instrumento à execução, a performance.

Francisco Sousa desvenda esse ícone do nordeste com respeito e amor. Ele registrou tudo: o modo de fazer, de tocar, as histórias de vida, os gestos, a madeira que se transforma, as mãos sempre calejadas de quem faz e executa.

Há desde a rabeca mais conhecida – que se assemelha ao formato do violino – aos instrumentos construídos com a criatividade do luthier, que lembram um alaúde, em cores inusitadas, como o azul (foto que ilustra o convite e catálogo da exposição).

Como diz Gilmar de Carvalho na apresentação da mostra, o trabalho de Francisco Sousa  “emociona como registro de uma manifestação cultural que se transforma para permanecer”. A exposição nos transporta às imagens comoventes da “luteria” destes músicos-artesãos. Como explica o curador, “não há uma receita para se fazer uma rabeca”. Em cumplicidade com a natureza, os rabequeiros “fazem um dueto com os pássaros, com a água flui e com o vento que sopra”, utilizando o material que está ao seu alcance – talos de carnaúba, latas, canos de PVC, madeiras como pinho e umburana.

Animando as festas e “subvertendo o cotidiano do trabalho”, na observação de Gilmar, os rabequeiros, redescobertos pelo público mais jovem e informado, a partir de sua apropriação pela música pop brasileira nos últimos anos, seguem entoando valsas, marchas, xotes, baião e rock and roll.

O visitante vai se deparar com rabequeiros e luthiers oriundos dos Inhamuns a Ibiapaba, do Cariri ao Sertão do Canindé, do Vale do Jaguaribe ao Sertão Central, embalados aos sons que “preenchem o oco do mundo”.

Sobre o fotografo

Francisco Sousa nasceu em Santarém (PA), em 1973, e vive em Fortaleza, desde 1999. Fez curso de Guia de Turismo Regional e Nacional no SENAC. Cursou Filosofia no ITEP. Começou a fotografar em 2002 e tem fotos publicadas por vários jornais e revistas. Expôs individualmente no Museu do Ceará (2004 a 2006) e na Caixa Cultural (São Paulo), em 2008. Co-autor (com Gilmar de Carvalho) dos livros: “Artes da Tradição” (2005); “Pequenas Horas” (2005); “Mestres da Cultura Tradicional Popular do Ceará”, (2006) e “Rabecas do Ceará”, (2006). Ministrou oficina de fotografia digital em oito escolas públicas do Estado, com o projeto “150 anos da Comissão Científica de Exploração”, que ganhou edital da Secult e exposição no Museu do Ceará, em 2010. Tem no prelo o livro “Ceará Escrito à Luz”, Prêmio J. Ribeiro, da Secult, para livros de fotografia e arte.

Sobre o curador

Gilmar de Carvalho nasceu em Sobral (CE), em 1949. Jornalista, formado pelo Curso de Comunicação da UFC, em 1972. Publicou livros de ficção e teve quatro textos teatrais montados pelo Grupo Balaio. Ingressou no magistério superior em 1984, na UFC, aposentando-se em 2010. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (1991) e Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC- São Paulo (1998). Ganhou os prêmios Érico Vanucci Mendes (CNPq) e Sílvio Romero (Funarte), em 1999. Tem muitos livros publicados e artigos em revistas acadêmicas do Brasil e do exterior. Seu campo de interesse é o das relações entre a Comunicação e a Cultura.

Serviço

Exposição

Rabecas: Leteria e Performance – Fotos Francisco Sousa

 

Curadoria

Gilmar de Carvalho

 

Onde

Espaço Cultural Correios

Rua Senador Alencar, 38 – Centro – Fortaleza – CE

Tel: (85) 3255 7260

 

Abertura

10 de fevereiro de 2011 – 17h

 

Quando

De 10 de fevereiro a 26 de março de 2011

De segunda a sexta das 8h às 17h

Sábado das 8h às 12h

 

Realização

Espaço Cultural Correios e Brazilbizz

 

Patrocínio

Correios

 

 

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